Autopublicação – seja independente!

Aqui você pode encontrar as mais variadas abordagens sobre os processos de publicação independente. Tudo colocado a partir do ponto de vista de quem já vivenciou os processos e pode ajudar a evitar armadilhas e tropeços, mas nunca indicar a fórmula do sucesso, porque isso, meus amigos, seria engôdo.


contrapartida social para editais de apoio à cultura
Por quê escritores devem saber sobre contrapartida social? Se você já passeou pelo site e entendeu que os editais de apoio à cultura são uma boa oportunidade de publicação da sua obra, sabe que a contrapartida social é um ponto central para a aprovação do seu projeto. Esse post vai dar algumas dicas para você pensar em contrapartidas relevantes que possam aumentar as chances da sua publicação se concretizar porque em se tratando de editais públicos, para acessar os recursos, o escritor-proponente precisa oferecer algo à sociedade além da genialidade de sua obra. Normalmente os editais já estabelecem como regra a doação de um certo número de exemplares, mas se você se limitar a isso a chance de ter seu projeto aprovado é bem baixa. A ideia aqui não é oferecer um menu de contrapartidas sociais para dar CTRL +C / CTRL+V no seu projeto, mas para suscitar a criatividade (além da criação da obra) e alertar para a importância de pensar na coerência com os propósitos de cada edital. Aliás, devo dizer que, sem ajuda eu não teria sequer decidido concorrer, principalmente porque a sensação que me invadiu após a primeira leitura do edital foi de total incompetência. O pessoal da Textifique, em um longo papo por skype, amainou meu desespero e ajudou a entender algumas exigências e sugeriu algumas das possíveis formas de atendê-las. E funcionou! Coerência com a proposta do edital Cada edital tem seus próprios critérios de avaliação, dependendo de seus propósitos. Assim, antes de começar a preencher o formulário de […]

Dicas sobre Contrapartida Social



A ideia deste post é apresentar um pequeno glossário com informações sobre e-books para leigos, para aqueles que não estão familiarizados com seu uso e até apresentam alguma resistência com o formato. E-books no Brasil: O e-reader da Amazon (que ainda pode ser considerado como um dos melhores dispositivos dedicados à leitura) já tem quase 10 anos de existência, mas quem chegou para venda direta aqui no Brasil primeiro (através de uma parceria com a Livraria Cultura) foi o aparelho de um concorrente, o Kobo. Mesmo depois de tantos anos, ainda é gigantesco o número de leitores que sabe muito pouco sobre como obter e ler conteúdo nesse formato. Esse pequeno “ABC do e-book” pretende esclarecer um pouco das dúvidas de iniciantes, leitores que ainda não tem intimidade com os e-books. A leitura em dispositivos dedicados exclusivamente a essa função entre os leitores brasileiros (que são poucos) não é expressiva e talvez nunca chegue a ser, pois os tablets são muito populares, além de um somatório de fatores que contribuem para esta realidade. É bastante provável que boa parte dos seus amigos e conhecidos não tenha uma ideia clara sobre as diferenças entre tablet e e-reader e só consiga associar o termo e-book aos PDF’s. Por isso, deixo aqui um resumo (nada original, admito),com informações muito básicas para aqueles que não tem nenhuma intimidade com o universo dos e-books. O que é um e-book? Também conhecido como livro eletrônico, os e-books são versões digitais de livros, que podem ser lidos em computadores ou em dispositivos portáteis de […]

E-book para leigos



Você conhece um E-reader? Um dos motivadores da gasta discussão sobre a possível morte dos livros impressos é este aparelho um pouco menor e muito mais leve que os tablets. No mercado americano o modelo Kindle, da Amazon, conquistou um número expressivo de leitores, especialmente aqueles que leem vários títulos por ano, mas os e-readers no Brasil, mesmo alguns anos depois da disponibilização de bons aparelhos em redes de livrarias, parecem não ter caído no gosto popular. As principais vantagens do aparelho, se comparado com outros dispositivos móveis nos quais é possível ler e-books incluem a duração da bateria (dependendo do tempo de leitura diária, com a conexão wi-fi desligada, pode durar quase um mês sem necessidade de recarga); a ausência de distrações durante a leitura; o conforto da tela (tecnologia e-ink, que reproduz a sensação de leitura de uma página de papel), além da quantidade de títulos que pode ser capaz de armazenar (em alguns casos mais de 3,5 mil obras). e-readers no Brasil As notícias sobre vendas de e-books no Brasil a partir do alvoroço gerado com a disponibilização do primeiro e-reader de qualidade em lojas físicas no Brasil pareciam alvissareiras no finalzinho de 2012. A parceria Kobo Cultura marcou uma nova etapa de visibilidade para o e-book, gerando, no mínimo, curiosidade no público que não costuma circular nos meios virtuais onde se discute o tema. Logo depois, como uma resposta às pressas, a Amazon.com.br abriu seu site (na época bem capenga, aliás) e desde então vem realizando ações para fisgar clientes e autores independentes […]

E-readers e a leitura no Brasil



Discussões sobre Autopublicação Tenho lido muito sobre diferentes experiências de publicação independente, desde aquelas em que o autor banca a publicação, mesmo sendo via editora (que na verdade é uma prestadora de serviços de edição / impressão) ou aquelas onde autor se vira com a maior parte das etapas envolvidas na publicação e gerencia diretamente as vendas através de plataformas de publicação de e-books ou do seu próprio site e contatos, com direito a bater de porta em porta de livrarias, no caso de uma versão impressa. Os grupos de debate no linkedin são uma boa fonte de informação sobre os resultados desse tipo de empreendimento. Pena que todos os grupos dos quais participo são em inglês. E o lamentável disso não é sequer a enorme diferença do cenário (mercado editorial, perfil de leitores e mesmo de autores) em outros países, mas o fato de não ter encontrado grupo similar, bem estruturado e rico em conteúdo, aqui no Brasil. Trago à tona aqui duas manifestações que me fisgaram a atenção no grupo Ebooks, Ebooks Readers, Digital Books and Digital Content. O relato de John Winters, no bem humorado artigo “I´m a self-publishing failure” e o debate iniciado por um camarada chamado Paul, com o provocante título ” Does Anyone Really Believe it’s That Easy?” (em livre tradução, algo como “Sou um autor independente fracasso” e “Alguém realmente acredita que é assim tão fácil?”). Altas expectativas, grandes frustrações O artigo de John Winters conta sua saga como autor que decidiu investir na publicação do seu primeiro livro, cujos originais haviam sido recusados […]

Prós e contras da autopublicação



Impresso x e-book Será que existem mesmo tantas diferenças entre um e outro formato? A discussão sobre semelhanças e diferenças entre e-book e impresso são antigas, mas é comum que se restrinjam à defesa veemente de preconceitos. Tentarei não cair no mesmo esquema. Nenhum dos comentários e opiniões expressos aqui se aplica na íntegra à leitura feita em computador; a maioria pode até se aplicar à leitura em smartphones, mas no geral as impressões derivam da leitura em dispositivos dedicados (e-readers) ou, como segunda opção, à leitura em tablets. Feito esse esclarecimento, prossigamos. O mundo dos leitores, ao menos no Brasil, ainda se divide em pelo menos três grandes grupos: os detratores do e-book, que defendem o objeto livro como um valor em si, seu cheiro, sua posse e seu acúmulo; os entusiastas do e-book, que louvam suas vantagens em termos de acessibilidade (ajuste do tamanho da fonte, recurso text-to-speach, portabilidade de grande número de títulos num espaço e peso reduzidos) embora ainda considerem o preço praticado por aqui pouco convidativo; e aqueles que assinariam embaixo de ambas as posições e navegam entre os hábitos dos dois grupos anteriores, ou seja, lêem e compram tanto versões impressas como digitais. Em termos de proporção eu arriscaria dizer (pura especulação, não realizei qualquer pesquisa ou teste estatístico que suporte esse palpite) que o segundo e terceiro grupos ainda perdem feio para o primeiro. Tenho a forte impressão de que a posição de resistência ao e-book predomina naqueles que nunca experimentaram a leitura num […]

7 diferenças entre e-book e impresso